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Crianças no Otorrinolaringologista!

Informar e conhecer as principais doenças otorrinolaringológicas que acometem as crianças é fundamental para melhor tratá-las e reduzir as consequências negativas sobre a vida dos pequenos. 

Infecções ou inflamações nos ouvidos (otites) podem ter inúmeras causas e evoluções. Segundo dados da Associação Brasileira de Otorrinopediatria, as otites atingem cerca de 70% da população infantil. Casos crônicos de otite secretora podem causar perda de audição em cerca de 15% das crianças na faixa pré-escolar, afetando o desenvolvimento da fala e a alfabetização.

As dores de garganta são comuns nesta época de dias mais frios. Quando acometidas por faringoamigdalites, as crianças podem apresentar tosse, odinofagia (dores de garganta) e febre. Geralmente nas crianças há envolvimento das amígdalas (Amigdalite).

Obstrução nasal e rinites e seu impacto na qualidade de vida já são temas muito conhecidos. As deformidades faciais, déficits de aprendizado, sono ineficiente, roncos intensos e apnéias (que atingem cerca de 3% da população infantil em fase pré-escolar) fazem parte do grupo de graves consequências decorrentes da falta de diagnóstico e tratamentos corretos, afetando o desenvolvimento e aprendizado das crianças.

URGÊNCIA

Dentre as urgências, o engasgo e asfixia estão entre as mais graves afecções que podem fazer dos pequenos, vítimas fatais. Alimentos duros e pequenos como amendoim e pipoca, devem ficar de fora da alimentação de crianças pequenas (até cerca de 4 anos). Os pequenos pedaços podem não causar engasgos, mas ser aspirados e alojados no pulmão, acumular secreções e causar pneumonia.

SAIBA O QUE FAZER:

Felizmente, na grande maioria dos casos a tosse resolve o problema. Casos graves ocorrem quando há obstrução total e não se observa reação imediata, impossibilitando a respiração.

Caso haja obstrução por partícula sólida, realize golpes (tapas) nas costas da criança entre as escápulas (no meio das costas, pouco abaixo dos ombros), com a região mais inferior da palma de sua mão.

Caso não ocorra, deite o bebê de barriga para cima mantendo igualmente a cabeça a um nível inferior ao do corpo e faça até 5 compressões torácicas logo abaixo da “linha” entre os mamilos, com os dedos indicador e médio.

Dra. Luciana Campoy – Otorrinolaringologista.

Tel.: 19 99905 3103.

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